Louva-a-deus Orquídea, O Inseto-Flor

Senta-se quietamente em uma flor e espera por presas. Seu padrão de cores com tons cor-de-rosa e brancos se combina com flores comuns em florestas úmidas tropicais, mas não é similar a nenhuma flor em particular. Há uma faixa verde pequena através do tórax, chamariz útil para quebrar a aparência do inseto e fazendo-o assemelhar-se a duas flores separadas. Entre os olhos há um chifre pequeno, simulando um instrumento reprodutivo da flor. Há um ponto escuro na última peça do abdômen, perto do ânus que atrai moscas pequenas que confundem o ponto com uma outra mosca que forrageia na flor. Há muitas listras marrons longitudinais ao longo do lado superior do abdômen. Estas são muito similares às das orquídeas honey guides e são dirigidas para o tórax do pequeno louva-deus. Alguns insetos são atraídos desta maneira, mas geralmente o abdômen dorsal não é visível na posição de descanso. Quando se move lentamente usa um movimento de balanço, similar a uma planta movendo-se por uma brisa.

O Discovery Channel descreve a orquídea como uma das “maravilhas da natureza” e declara sobre a camuflagem do louva-a-deus: “Quando a sobrevivência da espécie está em jogo é normal acontecer este tipo de disfarce”.

[Observe a palavra em negrito no último parágrafo. Contida na palavra “normal” há, na realidade, uma complexíssima combinação de multifatores interdependentes de ordem bioquímica, biológica e, acima de tudo, criacionista – o mimetismo, a camuflagem nos reinos animal e vegetal é mais um indício do planejamento inteligente sempre presente na natureza. E planejamento demanda um Planejador. Esse pequeno animal é mais uma das maravilhas da criação. A coisa não é tão normal assim...]

Fontes:

http://www.flickr.com/photos/sublimedart/861338368/in/set-72157600004033205/

http://darwinstories.blogspot.com/2007/02/how-mantis-came-to-look-like-orchid.html

Publicado em:  on 18 18UTC Novembro 18UTC 2009 at 11:59 am Deixe um comentário
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O Guincho do Coelho


Alguns ciprestes magníficos erguiam suas copas acima da velha cabine de hóspedes, para onde tínhamos voltado nossa atenção. Papai, meu irmão Pete e eu estávamos em nossa primeira caçada de coelhos no sítio do meu avô em Michigan. Os coelhos que faziam morada nessas árvores eram, segundo papai, muito rápidos. Pete e eu não dissemos uma palavra ao darmos a volta pelos fundos da cabine. Sabíamos que se os coelhos nos escutassem, fugiriam mais que depressa sem permitir um tiro.

Preparei minha garrucha calibre 20. Papai veio do outro lado e, no momento em que ele entrava em minha visão periférica, vi o coelho saltar duma moita. Nada poderia ter desfeito minha concentração naquele coelho enquanto eu o mantinha ao alcance visual, como papai me havia ensinado. Ele parou logo mais adiante. Eu sabia que teria de chegar bem perto para disparar, por isso aproximei-me mais; antes, porém, de encurtar a distância entre nós, a caça estava encerrada. Papai disparou primeiro e vi o coelho cair. Pelo som do guincho do animal, eu sabia que o tiro de papai não o matara imediatamente. O guincho foi tão intenso e penetrante que cada um de nós correu para o lugar onde ele jazia contorcendo-se em dores. Papai agachou-se, agarrou-o pelas pernas traseiras, colocou-o no chão, pôs seu pé sobre a cabeça do bicho e puxou. O sangue jorrou, enquanto seu coração fazia o último esforço pela vida.

Estou certo de que tentei, mas falhei em esconder o horror que sentia por dentro.

Papai deve tê-lo visto em minha face, pois o que me disse mostrou que ele também precisava justificar sua ação perante os dois filhos. “É o modo mais rápido de tirá-lo de sua miséria”, disse.

Mark F. Carr (Ph.D. pela University of Virginia) é professor associado de religião

Fonte: http;//dialogue.adventist.org/articles/14 2 carr p.htm



Publicado em:  on at 11:29 am Deixe um comentário

Salmo Vinte e Três Milhões

Salmo 23

1.   O Senhor é meu Pastor, nada me faltará

2.  Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.

3. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.

4. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

5. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.

6. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.


Salmo 23 Milhões

1.   O Acaso é o meu pastor, nada me faltará.

2.  Evoluir-me faz continuamente, proporciona-me as melhores adaptações.

3.  Produz mutações mágicas; guia-me a níveis superiores, através da sua sábia previsão.

4.  Ainda que andasse pelo vale das radiações não temeria mal algum, porque tu estás comigo; tuas reações químicas e mutações me aperfeiçoam.

5.  Preparas um mundo de adaptações na presença das dificuldades, providencias o surgimento de órgãos e membros, sempre estás a me suprir.

6. Certamente que o aperfeiçoamento e a evolução me seguirão sempre e chegarei, após longos dias, a graus de perfeição ainda impensados.

Tadeu Montenegro

Publicado em:  on 25 25UTC Outubro 25UTC 2008 at 11:12 pm Deixe um comentário
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“Brasileiros São Desprezíveis”

 

 Para cientista, brasileiros eram “desprezíveis”

 

 Se a floresta tropical brasileira provocou “deleite” em Charles Darwin, o naturalista não teceu muitos elogios aos brasileiros. “Miseráveis” e “desprezíveis” foram algumas das classificações dadas por ele durante a sua temporada no país.
Logo no início, no Rio, Darwin se queixava da burocracia para conseguir a autorização para viajar pelo interior do Estado, exigida aos estrangeiros.
No dia 6 de abril, ele escreveu: “Nunca é muito agradável submeter-se à insolência de homens de escritório, mas aos brasileiros, que são tão desprezíveis mentalmente quanto são miseráveis as suas pessoas, é quase intolerável. Contudo, a perspectiva de florestas selvagens zeladas por lindas aves, macacos e preguiças, lagos, roedores e aligatores fará um naturalista lamber o pó até da sola dos pés de um brasileiro”.

“Ele tinha um posicionamento preconceituoso. Apesar de ser abolicionista, ele tinha uma visão aristocrata”, disse Ildeu Moreira, do Ministério da Ciência e Tecnologia. (IN)

 

Jornal A Folha de São Paulo  23/03/2008

 

Ítalo Nogueira

 

 

Fonte: http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/2072.html

            (site oficial da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia)

Publicado em:  on 24 24UTC Setembro 24UTC 2008 at 12:25 pm Deixe um comentário
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Comentário/Contestação

Cara Senhora Link,

Não sei se estas palavras irão chegar à senhora, pois suspeito que não seja daqui, mas mesmo assim escrevo-lhe.

Não sei a sua idade, mas suponho que seja bem vivida, por isso começo lhe dizendo que o conselho bíblico para mulheres mais velhas, é que “sejam capazes de ensinar o que é bom”, que orientem e ensinem às mais novas a “amarem seus maridos… a serem prudentes e puras e estarem ocupadas em casa e a serem bondosas e sujeitas a seus maridos”. Não adianta se zangar comigo, pois o texto está em Tito 2:3 a 5, e creio ser ele inspirado.

Este é o melhor comportamento, segundo a Bíblia, ao invés de ficar compartilhando devaneios e influenciando negativamente as irmãs, pondo “minhocas” na cabeça delas e suscitando inconformações com os maridos que têm.

Os homens realmente não são muito bons em matéria de relacionamento. Faz parte da maldição, lembra? explicada no artigo do irmão Tadeu. Eles são mesmo imperfeitos, pecadores, e tudo neles está sob o impacto do pecado. Normalmente vivem à volta com cardos e espinhos, lutando para darem o melhor possível a suas mulheres e filhos, e sofrendo frustração por nunca atingirem as expectativas e nunca fazerem o bastante. Eles amam, sim, suas famílias, em sua grande maioria, e estão dispostos a se entregar por elas, porém precisam de um mínimo de reconhecimento, de compensação, de afeto, ternura, doçura e aconchego (coisas que a senhora parece achar que só mulheres querem receber, esquecendo que muitas não estão dispostas a dar).

Escreva artigos edificantes, D. Bárbara, que levem as esposas a chegar em casa e abraçarem carinhosamente seus maridos (a ponto deles estranharem), gratas por eles, compreendendo suas lutas e não exigindo que sejam “Dom Juans” todo dia e o dia todo.

O Romantismo é importante, mas nós não temos textos prontos, elaborados e artificiais, como nos romances e nas novelas de televisão. Entre cardos e espinhos a “batida do bombo” é outra. É impossível acordar e ir dormir em clima de lua de mel; é querer demais!

Suas “incucações” estariam melhor ficando restritas ao seu diário, do contrário são uma ameaça a mentes femininas e à estabilidade de muitos lares. Elas semeiam sentimentos de inconformação que germinarão e produzirão discórdia, que é um péssimo fruto.

Ponha mais base bíblica nas páginas do seu diário, ore por inspiração e não se detenha apenas nos seus próprios sentimentos que, aliás, não são um apoio confiável.

E, terminando, quero dizer a Seu Rodrigo Silva, citado pela senhora, que me desculpe, mas o amenizado e caramelizado comentário sobre o texto de Efésios 5:23 não reflete a interpretação correta da idéia expressa pelo apóstolo Paulo. Sem dúvida faz sucesso com as feministas, mas está equivocado.

Sugiro a todos, especialmente à senhora, a releitura cuidadosa do sensato artigo da irmã Beverly Nunes, em edição anterior deste jornal.

Esperando mudanças nos próximos escritos da senhora, me despeço com meu grito de “guerra”: Viva o amor!

Brabo Linko

Publicado em:  on 15 15UTC Abril 15UTC 2008 at 12:00 pm Deixe um comentário

O Diário de Bárbara Link II

Querido Diário, dez, 08/2005
Uma pergunta: SOLTEIRAS, VIÚVAS, DIVORCIADAS, DESQUITADAS OU DESASSOCIADAS?

Fui ao banco hoje e a fila estava enorme. Após vários minutos de espera, tentando administrar minha indignação pela falta de cumprimento à lei, me detive na conversa entre duas mulheres, procurando interessar-me por algo para amenizar meu tédio. Pareceu-me que uma fazia companhia a outra. Falavam de relacionamento conjugal. É comum mulheres casadas falarem dos maridos. Geralmente conversam sobre suas manias, do que fizeram ou fazem em determinadas ocasiões, do que gostam ou não, a maioria, assuntos triviais.

Não era o caso desta conversa que me chamou a atenção.

A jovem senhora dizia para a outra que gostaria muito de voltar a amar o marido. Que já tentou várias vezes sem conseguir. Que antes o amava profundamente e o amor foi se indo com a indiferença dele, a falta de atenção, de consideração, de aconchego. As mágoas que ela tinha eram profundas porque muitas vezes precisou do aconchego dele, e este, lhe foi negado. Escutei aquelas palavras e fiquei profundamente condoída por reconhecer que esta é a dor sentida por muitas mulheres. Mulheres esquecidas por seus maridos! Não são reconquistadas!

Alguns homens, para não dizer a maioria, são tão alheios aos pequenos detalhes, às pequenas atenções, às palavras e gestos de apreciação, aos cuidados desinteressados e carinhosos que são verdadeiros brilhantes na reconquista diária! Fiquei relembrando o tempo em que os rapazes queriam me conquistar. Como eram cheios de amabilidade, traziam em seus olhares um brilho de sedução e o galanteio que o tempo do relacionamento vai corroendo. Isto porque se julga que o objeto de conquista foi alcançado. Mera ilusão. Precisamos diariamente conquistar e sermos conquistadas. Ninguém pertence ao outro se não passar por um processo constante de cativação. Só que os casais esquecem-se disso. Depois de 1, 5, 10, 20 anos de casados eles se perdem na caminhada. Alguns rompem os laços, outros, têm capacidade de recomeçar e ir se reconquistando com muito tempo perdido, e outros, vivem em um status irreconhecível. Não são mais solteiros, nem divorciados ou desquitados porque vivem debaixo do mesmo teto e partilham do social juntos, mas são desassociados, perderam a capacidade de cativação.

E eu fico pensando nisso com muita tristeza e tentando encontrar algumas causas dessa dissociação. Recordando os sentimentos da jovem senhora, o que pode ter faltado no seu relacionamento é o seu marido ter assumido o papel de cabeça do lar. Durante muito tempo essa expressão me incomodou sensivelmente. Pareceu-me que as esposas não possuíam pensamento próprio, capacidade de tomar decisões acertadas, necessitando do homem para fazê-las nos momentos cruciais da vida. Para minha alegria, o comentário da lição deste trimestre referente a Efésios 5:23 feito por Dr. Rodrigo P. Silva (CPB) trouxe uma nova luz a minha inquietação. Ele fala que o homem ser cabeça, não indica que ele é o chefe. “A razão do equívoco é que em muitos idiomas modernos o termo ‘cabeça’ passou a significar metaforicamente algo como ‘mentor’, ‘mandatário’, ‘chefia’. Em alguns momentos, o termo tornou-se pejorativo quando se refere, por exemplo, a ‘cabeça do bando’. Mas nas línguas bíblicas, o sentido de cabeça é mais voltada para as idéias de ‘origem’ e ‘providência’ ou ‘cuidado paternal’. E é este o sentido por trás de Efésios 5:23. Tanto o é que o ano novo (rosh há shaná) é chamado em hebraico de ‘cabeça do ano’, isto é, seu princípio. Assim, Paulo está dizendo que o marido é cabeça da mulher porque deve cuidar dela como Cristo cuida de sua igreja”.

 Bárbara Link

 

 

 

Publicado em:  on at 11:54 am Deixe um comentário

O Diário de Bárbara Link I

Em 2005, uma pessoa muito ligada a mim começou a publicar textos em forma de um diário. Transcrevo aqui dois desses textos e um comentário recebido pela mesma como resposta.

DIÁRIO DE MULHER Quinta, 27, out.,2005

A palavra que escrevi outro dia no meu diário foi FRÁGIL – SEXO FRÁGIL. Já escutei tanto esse jargão que em alguns momentos convenci-me inteiramente de minha própria fragilidade, para minutos depois negá-la.

Como sou muito pensativa, reflexiva, curiosa e crítica procurei descobrir onde está a fragilidade das mulheres, a minha própria fragilidade.

Inicialmente, pensei que a origem dela poderia estar na força física, mas quando fui à feira e vi mulheres carregando pesos e outras com crianças pesadas nos ônibus sob solavancos e freadas, quando me lembrei das trouxas de roupas lavadas e passadas ao ferro, do arrasta-arrasta de móveis, do peso de um filhode nove meses ao ventre, desisti de justificar a fragilidade por este caminho.

Aí fui para os choros, os desabafos, as crises existenciais, os desatinos, seria essa a fragilidade da mulher? Comparativamente, o falar muito de si mesma, a ausência de freio nas lágrimas, a exteriorização dos sentimentos, as conversas íntimas que não são às escondidas e a transparência, as tornam mais fortes que os homens. As mulheres conseguem enfrentar as duras realidades sem máscaras, sem negação, sem esconderijos, num contínuo reerguimento dos desamores, frustrações, sofrimentos e indiferenças, e isto é ser muito forte!

Frágil, diante da força de produção? Não! Claro que não!… As mulheres desenvolvem mil e uma atividades, acordam planejando, dormem embaladas por sonhos e projetos de vida, de manhã quando abrem os olhos já estão em pé. O dia inteiro é de atendimento às suas necessidades e dos outros, e com a emancipação que se pensava que seria feminina, mas que acabou sendo puramente masculina, diversificou-se o campo de trabalho tão amplamente que acabou transformando as mulheres em super-heróinas descabeladas.

Então até aí, nada de fragilidade. Talvez ingenuidade, ilusão, tentativa de fuga, mas fragilidade nenhuma.

Continuando a pensar… Fui para os relacionamentos. Continuei minha reflexão sobre os relacionamentos, pois a resposta poderia aí estar – nos relacionamentos. No relacionamento com o mesmo sexo a força expressa na competição, na superação constante uma das outras, nas amizades dissimuladas, na inveja, nos comentários maliciosos, nos olhares maldosos, nisto comecei a encontrar a fragilidade, mas os homens não a têm igual? Não seria essa a fragilidade do próprio ser humano oriundo do afastamento dos valores eternos e superiores?

Prosseguindo, entrei na questão do relacionamento homem e mulher. Ai encontrei mulheres desejosas de aceitação, segurança, companheirismo, com a auto-estima totalmente refém, aceitando serem subjugadas, assumindo parcerias desiguais, querendo ser protegidas, “alimentadas”, acariciadas, acalentadas, afagadas, valorizadas, sentidas e vistas, entregues plenamente ao homem, mesmo às vezes assumindo posições sofrivelmente agressivas. Então, encontrei a fragilidade feminina.

Ela não é assim vista nos homens e alguns, apoderam-se dela perversamente, usando-a para destruição.

Jesus externando amplamente sua preocupação com este assunto, deu conselhos aos homens de como devem tratar sua mulher. Embora o assunto se restrinja à relação matrimonial, pode ser extensivo à relação de namoro e noivado. Ele aconselha através dos escritos de Elen G. White:

“Fazei tudo que estiver em vosso poder para tornar a vida de vossa esposa aprazível e feliz.” “…o marido deve manifestar grande interesse em sua família. Em especial, deve ser muito delicado para com os sentimentos de sua esposa débil” ( O Lar Adventista);

“…Sejam sábios no convívio, tratam-na com honra, como parte mais frágil“( I Pedro 3:7)

“Sejam compassivos, misericordiosos e humildes… bendigam…

…não a tratem com amargura”(Colossenses 3:19)

“…unindo mediante sua afeição devotada, forte, fervente, os membros da família – mãe e filhos nos mais fortes laços de união”;

“Maridos, amai vossas mulheres como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25);

“…alimenta e cuida, como Cristo faz com a igreja”;

“Coisa alguma neste mundo é tão preciosa para Deus como a Sua igreja. Coisa alguma é por Ele guardada com tão cioso cuidado” (II TS,381).

Eis o modelo de como tratar a fragilidade feminina!

 

Bárbara Link

 

 

 

Mais um dia

 Olá, mundo,

Penso se serei lido por alguém, afinal ningém sabe que eu tenho blog.

Os dias têm passado lentos. o trabalho anda moroso. As preocupações sempre presentes. As incertezas inquientantes da vida vão ocupando mais espaço no drive do que deveriam . Cada porta aberta pode nos levar a lugares inesperados; as mudanças de rumo na vida nos conduzem a novas paragens que podem ser de pastos verdes ou terrenos pedregosos, espinhosos. O poder de uma decisão pode ser comparado ao de uma bomba H.

Sigamos em frente. Do quê reclamar? Se a situação atual precisa de ajustes, façâ-mo-los; continuemos a cuidar da vida, buscando caminhos, tomando decisões. Ela vai seguindo pelos caminhos para os quais nos voltamos.

Não somos fantoches, induzidos e lançados num turbilhão inexorável chamado “destino”. Não há tal personagem manipulador no qual possamos lançar a culpa das vissicitudes ou creditar nossas venturas.

Você e eu, neste momento mesmo, estamos a traçar nosso futuro, nossa vida, nosso destino.

Que sejamos movidos pela sensatez e possamos acertar.

Publicado em:  on 6 06UTC Março 06UTC 2008 at 12:24 pm Deixe um comentário

E-mail p Talita

Nada como fotos (no Orkut) para deixar a gente morrendo de saudade.
Hoje estou especialmente nesse estado.
O que estará a minha filhona de 20 anos fazendo agora? Dormindo? Na praia? Naquele comércio horroroso procurando uma pexinxa para presentear alguém? Having breakfast? Pensando numa tal Nikon? inventando moda?
Que estejas muito bem, consigo e com o mundo.
Na sexta-feira fui pela 1ª vez na UnB com um colega, no correio. Almoçamos no RU (comidinha assim assim), que fica em frente ao depto de Música. Tudo amplo e lembra um pouco a UFPB pelas muitas árvores. Aqui tem MUITAS árvores. Adivinha em quem pensei muito?
Será que vc virá estudar aqui algum dia?…
Um abração, uma esticadinha nas orelhas seguida de uma consertadinha p compensar,
um beijo na testa.
Amo você.
Deus te abençoe.
Publicado em:  on 15 15UTC Janeiro 15UTC 2008 at 12:12 pm Deixe um comentário

Alô Mundo!

Apenas testando para comprovar se esse negócio de blog funciona mesmo. Abração, Tadeu

Publicado em:  on 11 11UTC Janeiro 11UTC 2008 at 4:34 pm Deixe um comentário